quinta-feira, 22 de maio de 2008

Fazemos escolhas todo o tempo. Nem nos damos conta de quantas.
Escolhi dizer coisas, escolhi amar pessoas, escolhi ser quem sou. Hoje, por ter escolhido um pouco de silêncio, posto o poema que resume o sentido das escolhas que tenho feito.
Garanto, sem medo de errar. Escolheria tudo, tudo igual. Sou bem mais feliz por isso.
Escolha

Depois do anúncio do fim
É hora de recomeçar
A sede de viver
Precisa ser maior que a de morrer
Se a razão quer o dinheiro
O coração só quer amar
Se o presente é passageiro
O futuro será presente
E também passará
A vida não passa
Somos nós a passarmos por ela
Sem perceber que o mais importante
Não é mercadoria para vender ou comprar

É de graça e para qualquer um
Que escolha a felicidade no lugar da tristeza
O bem e o mal
O certo e o errado
A paz e a guerra
O sorriso ou a lágrima
São caminhos que se abrem
A escolha é particular
São necessidades da alma
Às quais os olhos não precisam enxergar
Dos meus precisei uma vez
E são coisas que preciso dizer
Digo do amor que tenho por ti
Tão grande, outro assim jamais vivi
Para te amar, bastou um olhar
Para te esquecer, só se eu morrer.

2 comentários:

Filósofo disse...

"A conquista é fruto do choro, o esforço é demonstrar o qunto se quer, escolher é optar entre coisas disponíveis e indisponíveis...
Gostei muito do seu blog, obrigado pela visita, volte sempre, um abraço.

Renata Cordeiro disse...

Para te esquecer, só se eu morrer.
Falou tudo...
Postei sobre um filme que a gente vê mais de uma vez. Passa por lá:
wwwrenatacordeiro.blogspot.com/
não há ponto depois de www
Beijos,
Renata M. P. Cordeiro